quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

REVOLTADA
Casada de longa data, não estava se dando bem na cama com o marido, mesmo depois de fazer uma “plástica” ginecológica para ele. As ameaças de separação eram freqüentes. Num dia, comecei a masturbar-lhe, e ela foi à loucura, de prazer, mas, como estava muito tensa, não conseguiu gozar. Nos despedimos, com possibilidades de novos encontros.
No próximo encontro, mostrava um misto de desejo e medo de realizar o desejo. Quando terminamos o papo, e ela já se dirigia para sair, abracei-a por trás, e ela deteve-se, receptiva. Foi quando comecei a acariciar seus seios e sua buceta, por cima da roupa. Cheia de tesão, permitiu que enfiasse minha mão por dentro de sua justa calça jeans, enquanto acariciava os seios com a outra mão, e, tateando por entre seu ventre volumoso, insinuasse meus dedos pelo elástico da calcinha, e começasse a massagear sua buceta, grandes e pequenos lábios e, finalmente, encontrasse seu pinguelo, já em fase de ereção.
Louca de tesão, começou a gemer de prazer, à medida que friccionava suma buceta com mais vigor e velocidade, enquanto lambia e mordiscava seu ombro e seu pescoço. Depois, ela virou-se, me abraçando apertadamente, enquanto contraía-se de tesão, me levando a pensar que gozara. Abaixei sua calça e sua calcinha, e, com uma das mãos, continuei friccionando sua buceta, enquanto explorava sua bunda, em busca do seu cuzinho escondido.
Abri minha calça, tirei o cacete para fora, e a fiz masturbar-me. Passamos mais algum tempo, nessa masturbação partilhada. Como ela é contra dar a bunda, acho que tentou tirar o meu dedo do seu cu, por diversas vezes, mas continuei insistindo. Não sei bem se gozou, pás experimentou muito prazer, sendo masturbada, naquele improviso, a ponto de prometer que voltaríamos a nos encontrar.
No próximo encontro, ela se fez de difícil, mas, ao perceber minha indiferença, retrocedeu. Chamei-a para o abraço, e nos beijamos. Sem perder tempo, abaixei suas calças e enfiei o dedo em sua buceta, começando a acariciar o seu “ponto G”, enquanto, com a outra mão, comecei a acariciar e a enfiar e tirar o dedo do seu cuzinho apertado, que, logo, logo, relaxou, aumentando o seu prazer, segundo me disse, naquele momento. Em seguida, Baixei sua blusa e o seu sutiã pretos, rendados, e comecei a beijar, lamber, chupar e morder seu peitinho, cujo mamilo já estava eriçado.
Paramos nosso “amasso” quando queixou-se de que estava doendo a siririca que estava lhe batendo. Ao ajeitar o sutiã, percebeu que eu fizera um chupão, acima do seu mamilo. Bastante ansiosa, com o risco de ser flagrada pelo marido, passou o restante do dia fazendo ligações telefônicas, e ainda nos dois dias seguintes, até o último, quando desculpou-se.
No encontro seguinte, depois de um jogo mútuo de despedida, nos abraçamos e beijamos,longamente. Em seguida, comecei a acariciar o seu bundão e a sua bucetona, baixando-lhe as calças, em seguida, e tocando-lhe uma siririca até o seu gozo. Depois, voltamos a nos beijar, e tirei o meu cacete para fora, e ela começou a masturbar-me. Com uma boa ereção, dirigi sua boca para ele, fazendo-a chupá-lo. Como ela começou a mordê-lo com força, mandei que ficasse de quatro, e comecei a tentar meter no seu cuzinho semi-virgem. Parei, diante da dor que estava sentindo. Voltamos a nos beijar, enquanto me masturbava. A ereção estava mais intensa, e mandei ficar de quatro, novamente, e, desta vez, meti com vontade, enfiando parte do cacete naquele cuzinho apertado, enquanto tocava-lhe mais uma siririca, até gozar. Paramos, mais uma vez, e nos beijamos. Voltei a enfiar no seu cu. Decidimos parar. Ela foi lavar-se, nos beijamos mais uma vez, e nos despedimos, até o próximo encontro.
No encontro seguinte, logo nos abraçamos e começamos a nos beijar. Desci sua calça, sua calcinha e comecei a acariciar seu cu com um dos dedos e a tocar-lhe uma siririca com a outra mão. Ela foi à loucura.Não sabia o que queria, hora enfiando meu dedo na sua buceta, hora trazendo de volta para a “testa da ingrata”. Em seguida, pedi-lhe para chupar-me um pouco, o que fez com maestria, deixando meu cacete totalmente cheio e rijo, enlouquecendo mais ainda. Vesti a camisinha, mandei ficar “de quatro” e comi sua buceta, até que gozasse. Voltamos aos beijos e à siririca. Depois ela me chupou, novamente. Comi sua buceta, de novo, até novo gozo. Começamos a nos beijar, de novo, e ela foi logo me chupar, com loucura, abocanhando todos aqueles centímetros, dentro de sua boca. Depois, pedi para gozar em sua boca. Ela não ofereceu resistência. Nos lavamos e nos despedimos, até a próxima vez, com a promessa de que seria no seu cú.

“COLEGUINHA” – 78
Colega de curso, participou ativamente do primeiro adultério de minha parceira, com outro colega de um outro curso. De tanto envolver-se conosco, e de tanto tentar “consolar-me”, findamos nos apaixonando, durante desta minha primeira crise conjugal séria, causada por minha parceira. Pelo menos nos sentimos intensamente atraídos um pelo outro. O primeiro sinal foi numa noite em que comemorávamos o seu aniversário, e ela embriagou-se, vomitando todo o bar em que estávamos. Nos meus braços, a caminho do carro, acariciou-me e cheirou-me discretamente, para minha parceira não perceber. Achei estranho, mas relevei, julgando ser mera gratidão, diante do vexame a que nos submetera a todos..
Numa das diversas “saideiras” de fim de semestre da turma, começamos a conversar, afastados, e decidimos voltar para casa a pé, numa subida por uma favela deserta, após declararmos mutuamente nossa atração afetiva e sexual. Durante todo o percurso da longa ladeira, sempre que pudemos, paramos no caminho para alguns amassos e bolinações, mas, logo, logo, deixei-lhe em casa.
Passamos a nos encontrar em todo o tempo possível e disponível, aonde dava para ser, nas salas de aula, fora do horário, no carro, lá em casa mesmo, em sua casa, enfim, já que era uma relação proibida. Numa bela tarde livre, fomos dar um passeio de buggy, sobre as dunas, numa praia distante. Lá, depois de rodarmos por várias paisagens, paramos num local alto e isolado, e descemos do carro, para admirar a paisagem. Aconteceu. Abracei-a por trás, aí ela abriu o jogo. Comecei a despi-la ali, na duna, mas, assustada, pediu para irmos para dentro do carro. Aos beijos, abri, pacientemente, o entrelace de sua blusa, e comecei a acariciar, beijar e sugar seus mamilos róseos, que contrastavam com sua pele branquinha e lisa, agora eriçada de excitação, logo contrastando com os lindos mamilos agora rijos e escurecidos de tesão. Ela contorcia-se e gemia baixinho, à medida que aumentava o seu prazer.
Lentamente, toquei sua calça, e comecei a abri-la, e abaixá-la, deixando à vista seu biquíni branco e rendado que deixava transparecer seus pelinhos pubianos quase juvenis, loirinhos como seus cabelos. Enlouquecido, arranquei-lhe a calça comprida e o biquíni, masturbando-a suavemente, sentindo a suavidade úmida daquela bucetinha minúscula, coberta parcialmente pelos loiros pelinhos lisos, molhados e agora aderidos e pouco endurecidos pelo seu suco de fêmea excitada. Em seguida, sentindo o suave perfume de seu desejo, fui começando a beijar e lamber o seu monte do pecado, saboreando a doçura de seus lábios genitais intumescidos, quentes e úmidos, até atingir seu lindo clitóris rosado e enrijecido de prazer, ladeado pela cor escurecida pela excitação de sua bucetinha virgem e vibrátil. Tudo ali era prazer, tesão, cheiro de fêmea no cio e um macho enlouquecido com um momento de tesão paradoxalmente tão sublime. Deslizava meus lábios e minha língua frenética no seu vale do prazer, percorrendo rápida e suavemente seu clitóris intumescido, suas ninfas menores e maiores, o orifício virgem e congestionado pelo seu tesão, indo até o cuzinho rosado, pequenino e pregueado, que também exalava o odor de sua buceta, além do perfume que utilizara para me seduzir.
Timidamente, dirigiu suas mãos trêmulas para minha calça, e começou a abri-la, para tirar o que queria, e já sentia estar pronto para satisfazê-la. Estremecia sob os meus toques alucinados, percorrendo todos os seus pontos erógenos, enquanto, timidamente, me masturbava, suavemente, com as duas mãozinhas delicadas, com a minha glande bem próxima à sua boca e ao seu nariz, chegando a fazer-me pensar que iria fazer algo mais gostoso, se é que poderia haver, naquele momento.
Pedi para penetrar sua bucetinha, mas, como disse que ainda era virgem, pedi para penetrar o seu cuzinho rosado e de cheiro agradável. Quando percebeu o volume que forçava suavemente sua entradinha frágil, pediu para pararmos, pois era “virgem de tudo”. Ao afastar-me, percebi que tinha rompido alguma prega do cuzinho dela, pois meu pau estava melado de sangue. Quando estávamos nos vestindo, pensamos ter visto o outro carro de casa, na estrada, a observar-nos. Vestimo-nos rapidamente, e fugimos por outra trilha.
Ainda tentei algum contato ou encontro mais íntimo, mas o último encontro foi para rompermos aquela relação. Ainda passamos todo o curso em contato, mas em grupos diferentes. Coincidiu com o segundo e terceiro adultérios de minha parceira.

DE TÍMIDA NADA TINHA
Era aluna minha, e, com algum tempo, começou a “marcar cerrado”. A princípio, eu nem notei, mas, aos poucos, ela começou a encostar mesmo, e a puxar assunto, até que decidiu visitar-me, no meu ninho. A princípio, eram conversas longas, nada a ver com sua real intenção, e eu sequer desconfiava de seu desejo por mim. Mas, com o tempo, e à medida que aumentava a intimidade, tudo “começou a acontecer”. No passado, um ex-namorado a tinha denegrido, sexualmente, porque o namoro tinha acabado. Ela foi obrigada a fazer exame de “conjunção carnal”, para desmenti-lo, e afastá-lo, definitivamente.
Papo vai, papo vem, e, num final de tarde, lá estava eu lhe abraçando, lhe tocando e abrindo o seu “macaquito”, para tocar seus seios juvenis, eriçados de tanta tesão, logo, logo, começando a beijá-los e a chupá-los, suavemente. Tudo começou depois que me disse que jamais fora tocada, e que gostaria que eu o fizesse, alí, naquele momento. Depois de apagar a luz, atendendo ao seu pedido, de repente, eu já estava despindo todo aquele corpinho virgem, sem deixar de beijar seus lábios sedentos, desabotoando seu fino sutiã “menina moça”, e tirando o restante de sua roupa delicada, deixando-a apenas com seu bikinininho bege, todo rendado, sugerindo a fina e lisa penugem escura, que realçava diante de sua pele branca como uma neve.
Diante daquele tesouro, e sem saber como proceder, pois há tempos não ficava com alguém tão angelical, comecei a namorar, mesmo, enquanto a garota conseguia se desinibir, apesar de, há muito, como confessou-me posteriormente, sonhar com aquele momento tão gostoso. Deitei-a sobre um sofá, com as pernas confortavelmente fletidas e abertas, e comecei a beijar seu corpo todo, descendo pelo ventre, até aqueles pelinhos delicados, que cobriam parcialmente aquela bucetinha inexplorada, que exalava um odor agradável de virgem asseada, previamente preparada para aquele momento. Sentei-a, um pouco, e abri suas pernas totalmente, para mergulhar na vastidão daquele território proibido. Deliciei-me com o sabor adocicado de sua buceta e de seu cuzinho virgens, lambuzando toda a minha face. Pedi-lhe para me chupar, enquanto saboreava sua buceta e me deliciava, com o sabor e o odor do seu néctar de fêmea sedenta para amar e ser amada. Ela, embaraçada, suplicou que deixasse para a próxima vez.
À medida em que aumentava a nossa excitação, já com sua buceta totalmente molhada e intumescida, e que já acariciava meu cacete, enorme, entre suas mãos, a noite ia caindo, e decidimos nos deitar um pouco, com meu cacete roçando a cabeça em sua buceta, nos deixando enlouquecidos. Como não nos agüentávamos mais, e como ainda era virgem, pedi para comer sua bunda, e deitei-a, de bruços, sobre o carpete, e comecei a lamber sua bunda, até chegar ao seu botãozinho inviolado, lambendo-o, beijando-o, tentando sugar e saborear cada uma de suas preguinhas minúsculas, que piscavam freneticamente a cada toque meu, e mordiscando todo o anelzinho pregueado, deixando-o bastante lubrificado, com minha saliva e a secreção vaginal que quase jorrava de si.
Comecei a acariciar suas preguinhas rosadas com as pontas dos dedos, alternadamente com minha língua e meus lábios, e, em um certo momento, passei a forçar a entrada de meus dedos, para relaxar aquela abertura, para a penetração, que veio a seguir. Depois de totalmente relaxada, deitei-me sobre o seu dorso, abri um pouco suas nádegas, encostei meu cacete em seu cuzinho que se apresentava um pouco tenso com a penetração eminente, e fui lhe orientando a contrair e relaxar os glúteos e o períneo, enquanto vencia cada camada daquela entrada virgem, até que consegui penetrar-lhe lenta e profundamente, e parar, totalmente imóvel, com todo o meu cacete, até que relaxasse, para continuarmos aquela transa fantástica.
Já relaxada, e sem sentir mais o incômodo da penetração, autorizou-me a retomar os movimentos, gemendo, inicialmente, de dor e prazer, e, a seguir, do prazer imenso que passou a sentir, à medida que eu intensificava meus movimentos, até explodir num gozo intenso, inundando todo o seu interior, e caindo extenuado e ofegante sobre o seu corpo molhado, após a nossa transa. Depois de algum tempo, saí de dentro dela, nos viramos frente-a-frente, namoramos mais um pouco, nos levantamos, namoramos mais ainda, ela foi lavar-se, nos vestimos, namoramos mais um pouco, nos despedimos, e ela saiu, como que massageando os quadris, pela sensação residual daquela sua, nossa, primeira transa.
No dia seguinte, ligou-me, queixando-se de ter sangrado e estar com dores locais, sendo tranqüilizada com minha explicação de que era esperado, já que nunca dera a bunda, principalmente a um cacete tão volumoso.
No próximo encontro, sentamo-nos, despimo-nos, e ela pediu para me chupar. Iniciou com insegurança, beijando a cabeça do meu cacete, após masturbá-lo, até a ereção, mas, logo, logo já o abocanhava até a profundidade confortável de sua boca. Deitamo-nos, e começamos um “69” gostoso, até ficar totalmente excitada, e pedir para ser penetrada. A princípio, eu apenas rocei a entrada de sua buceta, mas, na hora de penetrar, pedi que virasse e comi a sua bunda, mais uma deliciosa vez, que já não mais incomodava. Não sei se chegou a gozar, nos encontros seguintes, mas, depois de alguns encontros com prática oral e anal, pediu-me para ser desvirginada pela frente.
Após praticarmos excitação oral mútua, da mesma maneira que fizemos no defloramento anal, iniciamos a penetração vaginal, sendo que, esperei que o seu desconforto fosse substituído por prazer. Quando já não agüentava mais, pedi-lhe para virar de costas, e penetrei-a com carinho, até explodir num gozo intenso, dentro do seu cuzinho gostoso, temendo engravidá-la.
A partir de então, passamos um período de transa total, em todas as posições, com todas as alternativas, até que aprendeu a gozar, em transas por cavalgada, sentada no meu colo. Em todos os nossos encontros, gozávamos, cada um ao seu modo, e eu sempre gozava na sua bunda, com medo de lhe engravidar. Foram anos de relacionamento clandestino, totalmente descompromissado. Cheguei a gozar em sua boca, durante um “69”, quando ela pediu para que isso acontecesse, perguntando-me depois o que fazer com a gala, após minha gozada, engolindo tudo, como orientei.
Não sei por que a relação desgastou, e passamos algum tempo sem nos encontrar. Nesse período, conheceu um rapaz que se dizia estéril, apesar de ter filhos, fazendo-a confiar e transar sem preservativo nem métodos anticoncepcionais, até que engravidou. Como ele não reconheceu a paternidade, houve uma Ação Judicial. Ela, então, voltou a me procurar, já mãe de uma filha, para contar do acontecido. Ainda nos encontramos mais algumas vezes, só para conversar, e reatamos. Desta feita, implantou um D.I.U., o que diminuiu muito a nossa preocupação. Foi numa noite, quando parei em frente à sua casa e liguei, chamando-a para sair comigo. Foi uma noite fantástica, onde trepamos só na buceta, mas bem satisfatoriamente. Depois, deixei-a em casa, e passamos um longo tempo sem nos encontrar.Finalmente, uns cinco anos depois, veio me contar que tinha conhecido um gringo, que a levaria para casar no exterior, transamos vaginalmente, apenas, gozamos os dois, mas nunca mais nos vimos.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010


 

FAXINEIRA

Ela trabalhava comigo. Muito tímida, um dia disse que queria conversar e marcamos o primeiro de uma série de encontros. A princípio, disse que estava preocupada, porque andava muito esquecida, mas, logo, logo, falou que a cunhada implicava com ela e que o marido não a satisfazia, sexualmente. Muito tensa, deixou-se massagear, e eu fui logo ousando alguns pontos de massagem mais sensuais, como seus peitinhos rijos, cujos mamilos logo se eriçaram. Mas não passou disso.
No segundo encontro, pediu logo para ser massageada, e deixou-me acariciar sua bunda gordinha e sua buceta, além dos peitinhos, evidentemente. Consegui abrir-lhe as calças, introduzir minha mão em sua buceta, e acariciar o seu pinguelo, que latejava de prazer. Alem de acariciar, também beijei e suguei seus mamilos, mas ela ainda estava muito tensa, e paramos por aí.
No terceiro encontro, dizendo-se envergonhada por achar que estava traindo o marido e arrependida por estar cometendo um pecado, deixou-se despir, e mantivemos a primeira transa vaginal, precedido por uma chupada tímida no meu caralho, e concluido por uma vigorosa e completa penetração no seu cuzinho apertado, apesar de já visitado pelo marido, que despertou dor suficiente para que choromingasse, durante as minhas vigrosas e profundas estocadas, até explodir num gozo selvagem, dentro daquela bundona gorducha e polpuda. Nesse dia, gozou três vezes, nas penetrações vaginal e anal.
Da quarta vez, estava menstruada, e só queria me chupar, mas a convenci de mantermos um coito anal, e, durante o coito, comecei a fazer penetrações alternadas, no cu e na buceta. Estávamos de pé, ela com a bunda arrebitada, e, com uma postura predominantemente masoquista, começou a excitar-se, quando comecei a dar palmadas em sua bunda, e acabou gozando, alí, escorada na parede, com meu cacete todo enfiado no seu cu, todo melado de sangue, das penetrações vaginais, e de merda, de tão profunda que foi a penetração anal, e do tanto de gala que derramei lá dentro do seu cu, totalmente relaxado.
No próximo encontro, pediu para ver fotos de trepadas, e passamos a nos encontrar mensalmente. No outro, pediu para ver filmes. Nessa fase, já fazia um pouco de jejum, para não cagar meu pau, e eu comecei a ser criativo em nossas trepadas. Não podia gozar em sua buceta, mesmo, pois seu marido era estéril. Ela vivia na ginecologista, para evitar doenças infecciosas. Dizia que só trepava comigo e com o marido. Tinha fantasias de sexo grupal, mas todas aversivas.
Adorava ser subjulgada, com força física, inclusive. Delirava quando mordiscava seu pinguelo, ao lhe chupar. Passamos a fazer todas as práticas, inclusive sodômicas, antes de chupar meu cacete até o meu gozo. Foram vários encontros, todos com orgasmos mutuamente prazerosos. Passamos a filmar as nossas trepadas. Durante um tempo, ela chegava, me chupava, até o cacete ter ereção suficiente, e sentava em mim, cavalgando até o gozo. Como a ereção caía um pouco, pois sempre usava camisinha, até porque não sabia com quem o marido trepava desprotegido, sempre me chupava novamente, ou eu me masturbava e pedia para masturbar-se. Quando dava certo, comia seu cu, mas não gozava, temeroso da camisinha romper e vazar gala para a sua buceta. Depois, masturbava-me, mais uma vez, até gozar em sua boca. Filmamos várias trepadas, e, na impossibilidade de estar com ela, passava os filmes e me masturbava.
Passou a cobrar minha “freqüência”, e só deixou quando eu engrossei com ela, jogando em sua cara que estava se comportando como esposa, e que só ligava para dar bronca. Depois de um longo tempo, conseguimos marcar um encontro. Ela chegou, tirou a roupa e pediu para ver nossos filmes. Pedi para ficar “de quatro”, na poltrona, e, enquanto assistia, comecei a enfiar os dedos em sua buceta, no cu, e, depois, alternadamente. A visão de sua bunda aberta para mim era enlouquecedora, principalmente quando piscava o cuzinho, de excitação, o que me levou a começar a chupar todo o seu períneo, depois de assegurar-me de que não tinha merda no cu.
Meu cacete ficou enorme, com tudo aquilo, e, rapidamente, meti-o com vigor e profundidade naquele cuzinho, depois de dilatado pelos meus dedos. Assistindo nossos filmes e sendo enrabada, logo, logo, atingiu o primeiro orgasmo, comunicando-me. Em seguida, pediu para que a comesse no chão, de costas, por cima dela. Apesar da dificuldade inicial, pela posição, pela sua bunda grande e gorda e pela camisinha, atingiu mais um orgasmo, mais intenso, depois que comecei a friccionar o seu pinguelo.
Já ia se lavar, mas mandei ficar de quatro e enrabei-lhe, mais uma vez, sem camisinha, depois de chupar-me mais um pouco. Deixou-me bater em sua bumda, vigorosamente, gozando, mais umas vez. Finalmente, chupou-me, mais uma vez, e pensou que tinha gozado em sua boca, como da última vez, fazendo-a engolir a gala. Continuamos, mas não consegui gozar, pois já tinha trepado em casa, duas horas antes. Paramos e nos despedimos, até um novo encontro, tão logo fosse possível.
Muito tempo se passou, e, depois de marcarmos, desmarcarmos e remarcarmos, conseguimos nos reencontrar, depois de uma dificuldade incrível para combinarmos nossa disponibilidade. Fui encontrá-la no local acertado. Lá chegando, já fomos nos abraçando, e eu enfiando meus dedos em todos os seus orifícios disponíveis, já úmidos de tanta tesão. Tiramos nossas roupas, e continuamos a nos beijar, enquanto lhe masturbava, passando, em seguida, a chupar-lhe os mamilos eriçadíssimos, prática que apreciava bastante. Pedi-lhe para masturbar-me, e, em seguida, para chupar-me, mas, antes que começasse, pedi para deitar no chão, e me posicionei, para iniciarmos um fantástico “69”, levando-a à loucura, a ponto de mordiscar a cabeça do meu cacete. Como tinha lhe prometido que a comeria sem preservativo, deitei-a de bruços, e, a penetrei profundamente, e, com movimentos vigorosos, enquanto beijava sua boca, loucamente, levei-a ao orgasmo por duas vezes, consecutivas.
Depois, exausta, mas querendo mais, virei-lhe para cima, abri suas coxas, forçadamente, e comecei a comer-lhe a buceta, forçando as penetrações, pois ela estava reagindo de forma angustiada, com medo que gozasse dentro de sua buceta, já que seu marido é estéril. Mesmo assim, reclamava que queria cavalgar, pra gozar de novo, mas toda essa sacanagem me fez quase perder o controle ejaculatório, e, depois de muitas trepadas, deixei de gozar em sua boca, tirando o cacete de dentro de sua buceta e gozando na punheta. Desta vez, ela não quis me dar o cu porque disse que achava que estava com verme, mas, durante o “69”, dei umas lambidinhas no furico e não senti mau cheiro algum. Tudo bem. A trepada foi gostosa, ela gozou duas vezes, lavou-se e foi embora. No outro dia, ligou-me dizendo que queria repetir.
Muitos desencontros depois, nos reencontramos. E, logo que entrou, foi logo tirando a roupa, e, em seguida me beijando. Como o encontro tinha sido marcado às pressas, e não dispúnhamos de muito tempo para as bolinações, já a recebi de pau duro, e coloquei-lhe logo para chupá-lo, o que fez com maestria, deixando-o pleno de ereção, enquanto masturbava sua buceta e seu cu. Em seguida, pediu-me para chupar-lhe os peitos um pouco, sempre me beijando e chupando minha língua, entre uma sacanagem e outra.
Apressado, coloquei a camisinha, e deitei-me no chão, para que me cavalgasse, até atingir seu primeiro e intenso orgasmo, seguido do segundo, menos intenso, mas por insistência sua, enquanto masturbava seu clitóris e seu cu,agora bem relaxado. Como perdi um pouco a ereção, devido à camisinha, voltei a masturbar-me, e ela perguntou se não queria comer o seu cu, deixando-me bem mais excitado, com uma nova ereção recobrada. Em seguida, coloquei-a de quatro, e comecei com movimentos rápidos, mas superficiais, por assim dizer, colocando só a cabeça do meu cacete. À medida que aumentava a minha excitação, aumentava mais a profundidade das penetrações, mas, temendo sujar-me, pedi para gozar em sua boca. Ela pediu para eu me lavar, mas mostrei a ela que não sujara o pau, e ela logo começou a chupá-lo. Como estávamos em cima da hora, tirei o cacete de sua boca e comecei a tocar uma punheta, pedindo-a para masturbar-se, também. Isto me excitou muito, e logo,logo, pedi para beber toda a gala que estava para sair, fazendo-a engasgar-se um pouco, ao gozar tudo, em sua boca. Lavamos-nos, e nos despedimos, sem beijos nem abraços, até um novo e breve encontro, por ela solicitado.
O encontro seguinte, depois de muitos telefonemas, foi quase por acaso. Ela chegou, nos demos um longo abraço e um beijo sedento de saudade e tesão, e foi logo tirando a roupa, enquanto eu tirava a minha. Pediu-me para chupar seus peitinhos, e comecei a friccionar seu clitóris já intumescido, até perceber sua vagina úmida, quando lhe pedi para chupar-me, até atingir uma ereção plena, que a deixou mais louca de tesão.
Mandei que ficasse de quatro, e comecei uma penetração lenta, porém decidida, no seu cuzinho, enquanto masturbava sua buceta e apertava seus mamilos, extremamente eriçados. Depois do desconforto e da dor inicial, pois o meu cacete estava enorme, quando percebi que estava excitada, tirei a pomba do seu cu e enfiei profundamente em sua buceta, fazendo-a mexer-se vigorosamente, enquanto a masturbava e acariciava seus mamilos, até anunciar que tinha gozado.
Em seguida, comecei a fazer estocadas profundas alternadas, no cu, já totalmente dilatado e na buceta, ainda bastante intumescida, enquanto batia com vigor nas duas bochechas de sua bunda, e mordia suas costas. Doida de tesão, e após ouvir-me dizer que iria arrombar seu cu e sua buceta, disse que queria sair dali toda arrombada, de tanta saudade que estava sentindo de mim,já que não deixava seu marido fazer nada do que fazíamos.
Abri mais ainda suas pernas, e comecei a forças com os dedos o buraco em que meu cacete não estava, enquanto impingia-lhe mais intensidade na tortura física, já que gozara com os seus mamilos beliscados e enlouquecera com as palmadas que lhe havia dado. Forcei o seu cu, com os dois polegares, já que seu buraco estava totalmente aberto, e a buceta, com dois, três, quatro e metade da mão, até tocar-lhe o colo do útero, fazendo-a começar a chorar, de medo, e afastar-se bruscamente, para lavar-se.
Depois de muito carinho e de muita chantagem, consegui que voltássemos a transar, ainda no cu e na buceta. Ela queria que gozasse no seu cu, mas eu queria gozar em sua boca. Ainda chupou-me mais de uma vez, e eu convenci-a a deitar-se no chão, onde, mais uma vez, comi sua buceta, pelas costas, o que a excitou muito. Comi seu cu, mais uma vez, mas ela pediu para parar, sentindo-se machucada. Pedi para comer-lhe, pela frente, mas, temendo que eu gozasse em sua buceta e a engravidasse, pediu, definitivamente para pararmos de fuder, no máximo que gozasse em sua boca. Masturbei-me, energicamente, e gozei na sua boca, fazendo-a engasgar-se, mais uma vez com minha gala.
Despedimo-nos sem carinho, com promessa sua de tão cedo não voltarmos a nos encontrar, para que não fosse castigada por fazer comigo o que não faz com o marido, e para que, quando enviuvasse, não estivesse toda folgada para com quem fosse transar.
Pouco mais de um mês depois, e depois de alguns telefonemas, dizendo que não treparíamos mais, ligou-me, pedindo para falar comigo, dizendo que estava doente, com um tumor na bunda. Quando nos encontramos, a recebi carinhosamente, com beijos e abraços, e pedi-lhe para mostrar-me o tumor, que era atrás da coxa esquerda.
Tirei o restante de sua roupa, ainda lhe beijando, e comecei a chupar seus peitinhos, começando a excitá-la. Em seguida, comecei a tocar-lhe uma siririca e uma cururuca, e pedi-lhe para tirar as calcinhas, sem se machucar. Ela perguntou como queria que ficasse, e pedi para ficar de quatro, com as pernas bem abertas, enquanto enfiava o dedo no seu cu e em sua buceta, deixando-a mais excitada, ainda. Comecei a masturbar-me, e, quando estava com uma boa ereção, enfiei meu cacete em sua buceta, bem devagarinho, até que ficou bastante excitada, com movimentos rápidos, enquanto eu lhe fazia carinho nas costas, nos peitinhos, na buceta, na bunda, nos quadris e cuidava para não magoar sua coxa doente, até que ela deu uma gozada boa, e eu continuei mais um pouco comendo sua buceta, pois ainda não tinha gozado.
Ela ficou perguntando se eu não ia gozar dentro dela, com medo, aí, tirei de sua buceta, e comecei a comer seu cuzinho, também com cuidado para não machucar-lhe. Ela começou a excitar-se, de novo, ainda com medo que a gala saísse do cu e entrasse na buceta, mas, logo, logo, à medida que a excitação aumentava, remexia mais a bunda, espetada no meu cacete. Ficamos ali, fudendo um pouco, até que não segurei mais, e avisei que iria gozar, aumentando o ritmo de minhas estocadas, enquanto ela remexia a bunda mais frenéticamente, até perceber que explodi em gala, dentro do seu cu, empurrando a bunda e mastigando meu cacate com a bunda, por uns instantes. Quando paramos, ficamos ali, mais um pouquinho, engatados, até que percebi que meu cacete começava a amolecer, e fui tirando devagarinho, tendo o cuidado de fechar o seu cu dilatado, para a gala não escorrer, e também para limpar alguma merda que pudesse estar na cabeçona.
Ela foi lavar-se, e eu fui lavar-me, depois, enquanto se vestia.. Depois, deu-me um longo abraço e um longo beijo apaixonado, antes de nos despedirmos. Não marcamos novo encontro, mas não desmarcamos, também.
No encontro seguinte, marcado de última hora, ela chegou, e fomos logo nos beijando, enquanto tirava suas roupas. Pelada, coloquei o meu cacete em sua boca, até que atingisse uma ereção suficiente, para começarmos a transa. Antes de meter-lhe, puxei-a para o chão, e começamos um fantástico "69", "o primeiro de sua vida", segundo ela. Enlouquecida de tesão, quase engole o meu cacete, mas, depois de algum tempo, pediu para pararmos.
Sentei no sofá, e pedí-lhe para chupar-me mais um pouco, mas, quando ví, já vinha sentar-se no meu cacete. Desajeitada, pediu para irmos para o chão, para cavargar-me. Depois de alguma dificuldade, conseguiu gozar. Levei-lhe para o sofá, coloquei-lhe de quatro, e comecei a comer o seu cuzinho arrochado, ainda, fazendo-a gemer de dor. Com o tempo, tanto o pau ía ficando mais duro, quanto ela relaxava mais o furico, permitindo um movimento leve e gostoso, até atingir o meu gozo, enquanto beijava-lhe a boca. Nos lavamos e nos despedimos, sem maiores arroubos de paixão, nem muito menos de tesão.
Depois de mais de um ano de desencontros, com dificuldades mútuas para marcarmos um encontro, e depois, até, de eu ter perdido o número do seu telefone, ela ligou pra mim, perguntando se estava com raiva dela. Marcamos um encontro com a maior brevidade possível. No dia e hora marcada, ela chegou, e nos abraçamos e beijamos sofregamente. Tirei-lhe a blusa, e comecei a chupar seus peitinhos, enlouquecendo-a. Estava menstruada, e não queria transar. Botei meu cacete para ela chupar, e, sentindo o volume em sua boca, começou a chupá-lo com um vigor sensual, deixando-me enlouquecido de tesão, e ficando cheia de tesão, igualmente. Findei convencendo-a de comer seu cuzinho, e rumamos para uma poltrona, onde a coloquei de quatro. Ela estava nervosa, e não deu certo, desta vez. Seguimos para o banheiro, e lá, coloquei-a apoiada na parede, com as pernas abertas sobre o vaso, e, com as calças mais abaixadas, e com ela segurando o absorvente na entrada da buceta, consegui, finalmente, meter minha pomba todinha dentro do seu cuzinho gostoso, que quase triturava o meu cacete, com suas mordidas. Quase que ela goza. Depois de tudo, nos lavamos e partimos para as despedidas. Na hora de partir, ela voltou-se, e abraçou-me, dando um longo e gostoso beijo na boca, marcando um novo e breve encontro.
Na semana seguinte, nos reencontramos na mesma hora e local. Assim que chegou, pedi-lhe para despir-se, enquanto ajeitava uns filminhos de sacanagem, que ela adora. Despida, comecei a acariciar-lhe, e a masturbar-lhe, alternadamente, no cu e na buceta, enquanto obtinha uma boa ereção, o suficiente para penetrar-lhe. Com ela de quatro na poltrona, e assistindo cenas de sexo anal, penetrei seu cuzinho, neste dia bem dilatado, e começamos uma foda gostosa, sem pressa, com muito carinho. Em seguida, pedi para comer-lhe a buceta, pois ela só queria que eu comesse o seu cu. Ela mandou lavar o cacete, e, de volta, meti com determinação em sua buceta, levando-a a um orgasmo. Como estava com medo que gozasse dentro dela, pediu para gozar no seu cu, mesmo depois que disse que queria gozar na sua boca. A esta altura, tinha perdido um pouco a ereção, mas, com o dedo no seu cu, comecei a masturbar-me, até recobrar a ereção, o suficiente para meter o pau todinho dentro daquele cuzinho, agora mais dilatado, e explodir em gozo, inundando-a, por inteiro, com a minha gala. Depois, fomos engatados até o lavabo, onde prosseguimos com os nossos respectivos asseios. Saiu do banheiro, vestiu-se, e ligou para o marido encontrá-la, próximo ao local onde estavamos. Nos despedimos, sensualmente.
No dia seguinte, ligou-me, para dizer que estava toda ardida, mas que tinhas adorado, e queria mais.
Interrompemos nossos encontros semanais, por problemas de saúde, mas, duas semanas depois, apressada porque iria submeter-se a um procedimento cirúrgico, e, apesar de estar menstruada, nos encontramos no mesmo local e hora. Foi maravilhoso. Nos beijamos apaixonada e sensualmente, e comecei a tirar-lhe a roupa, com ternura, enquanto desnudava seus peitinhos, já eriçados de tanto tesão, para chupá-los demoradamente, deixando-a mais excitada, ainda. Enfiei a mão na frente de sua calça, e concegui fazer uma masturbação vigorosa, esbugalhando seu pinguelinho preso pela roupa e pelo absorvente. Não sei se gozou, mas estremecia de prazer. Já despidos, pedi-lhe para chupar-me, enquanto filmava nossa brincadeira. Fiz uma tres sequências de filmagem, que ficaram muito escuras. Coloquei o preservativo e pedi-lhe para ficar de quatro, atendendo ao seu pedido para comer o seu cu. Ainda tentei enfiar na sua buceta, até enfiei um pouquinho só, mas ela disse que não queria daquele jeito, e que queria que comesse e gozasse no seu cu. Como o seu cu estava muito tenso, apliquei-lhe um pouco de gel lubrificante e metí o meu cacete todo naquele cuzinho gostoso, com movimentos rápidos e profundos. Sentindo um pouco de desconforto, pedi para chegar um pouco para fora da poltrona, e abracei-me de quatro com ela, puxando seus cabelos para colocar sua boca na minha, e nos beijarmos, enquanto eu gozava. Ela dizia que estava gostoso, e que tinha sido a melhor transa de cu que já dera. Depois que gozei, fomos nos limpar, mostrei-lhe que a gala estava na camisinha, e, antes dela sair, ainda nos beijamos e abraçamos por algum tempo. Sabíamos que passaríamos mais uns dias sem se ver, devido à sua cirurgia.
No encontro seguinte, ela atrasou-se muito, quase comprometendo nossa "brincadeira". Logo que chegou, de minissaia, já pulei em cima, metendo os dedos em tudo o que era de buraco, enquanto lhe beijava. Pediu-me para tirar o batom, e começamos a nos despir. Chupei seus peitinhos eriçados por um bom tempo, e, em seguida, deitei-a de pernas arreganhadas na poltrona e comecei a lamber, chupar e mordiscar seu pinguelo volumoso e escurecido de tesão. Como tínhamos pouco tempo, coloquei-a de quatro e tentei meter na sua buceta inchada de tesão, mas, como estava com medo de prejudicar a cirurgia, mandou-me comer o seu cu, ainda tenso. Meti-lhe um dedo na entradinha pregueada, e forcei em direção à buceta, mas ela sentiu dor. Coloquei os dois dedos, sem forçar, e comecei a girá-los, conseguindo algum relaxamento do furico, mas não o sufuciente para caber meus 18x05x03cm de cacete. Resolvi lubrificar o cu com gel, e, a partir de então, tudo foi tesão. Trepamos um pouco demoradamente, enquanto puxava seus cabelos com força, levando sua boca para a minha, até explodir em gozo. Depois, como sempre, pediu para permanecer dentro dela, enquanto balançava o bundão, esfregando-se em mim, para sentir mais um pouco de prazer. Tivemos que interromper, devido ao avançado de minha hora, com promessa de novos encontros.
O próximo encontro foi um improviso fantástico. Ela foi lá pertinho do meu ninho, com o marido, e deixou-o em um bairro e ligou para mim, para nos encontrarmos, no local de sempre, num outro bairro. Logo que chegou, encostou-se na parede, ao lado da porta, e nos abraçamos e beijamos apaixonadamente. Depois, nos despimos, e começamos o nosso "improviso". Chupei seus peitinhos, e, em seguida, pedí-lhe para me chupar, até que o meu pau ficasse duro o suficiente para poder comê-la. A princípio, penetrei sua buceta, com ela de quatro, deixando-a louca de tesão, a ponto de pingar sua secreção vaginal, mas como estava temerosa para não machucar-se, devido à curetagem feita há mais de 10 dias, pediu para comer o seu cu. Enquanto lhe comia, masturbei-lhe, até que atingisse um gozo intenso. Assim que o fez, apressei os meus movimentos e gozei no seu cu, apesar de estar com camisinha. Depois,nos lavamos, e nos despedimos, apaixonadamente. No próximo contato telefônico,pediu para espaçarmos mais os nossos encontros, pois o marido brigara com ela, devido à sua demora. Mas reafirmou que tinha gostado da trepada, e, principalmente, da gozada que deu. Acertamos que ela ligaria para combinarmos.
No encontro seguinte,depois de dizer que daria um tempo, ela me ligou, em cima da hora, dizendo que queria me encontrar. No local, depois que fechei a porta, começamos a nos beijar. Eu já a esperava de pau duro. Pedi para chupar seus peitinhos, e, em seguida, para me chupar, o que fez divinamente. Em seguida, coloquei o meu cacete em sua mão, e pedi-lhe para chupá-lo. Enquanto me chupava, eu tocava-lhe uma siririca vigorosa, e enfiava e tirava um dedo da outra mão em seu cuzinho arrochado, deixando-a louca de tesão. Perguntei-lhe se queria que lhe comesse deitada ou de quatro, e ela logo ficou de quatro. Quando vi aquela bunda arrebitada, com aquele cuzinho olhando para mim, e a bucetinha estufada, entre as suas pernas, não me contive, e comecei a chupá-la toda, saboreando cada milímetro de seu cantinho do prazer. Meti o cacete em sua buceta ensopada, enquanto lhe masturbava até o primeiro orgasmo. Nos estimulamos mais um pouco, e comecei a comer sua buceta, de novo, até um segundo orgasmo, menos intenso. Em seguida, troquei a camisinha e enrabei seu cuzinho, tendo que passar gel lubrificante, para facilitar a penetração do meu cacete, agora descomunal. Lhe comi até que atingisse um terceiro orgasmo, sendo enrabada. Mais uma vez, balançou o rabinho, de tanto prazer. Nos lavamos e nos despedimos sensualmente.
No encontro seguinte, depois de um tempo estranhados, ela ligou pra mim, dizendo que iria me encontrar, no local de sempre.
Logo que chegou, empurrei-a contra a parede, e comecei a arrancar sua bolsa, e suas roupas, enquanto nos beijávamos sofregamente. Levantei sua blusa, abri seu sutiã e comecei a chupar seus peitinhos, puxando-a para o nosso ninho de prazer. Comecei a abrir sua calça, mas, como estava muito apertada, ela concluiu o serviço, enquanto me despia. Enquanto ela tirava a calça, a calcinha e os sapatos, fiquei enfiando e tirando o dedo do seu cu e de sua buceta, alternadamente, enquanto continuava chupando os seus peitinhos, aumentando mais ainda o seu tesão. Pedi-lhe para masturbar-se, enquanto lhe filmava, e, de repente, ofereci o meu cacete para ela chupar, sem desligar a câmera, e, depois de algum tempo sendo chupado, pedi-lhe para voltar a masturbar-se, enquanto continuava filmando, o que ela fez por mais um tempinho. Levei-a para junto de uma mesinha, e dobrei-a, semi-deitada, de forma que podia comer sua buceta, como se estivesse de quatro pés. Aí ela pediu para gozar montada em mim. Foram duas longas trepadas, até o primeiro e o segundo gozo, sucessivamente. Desfalecida, deitou-se sobre mim. Em seguida, pediu-me para comer o seu cu, e fomos para a poltrona, onde trepamos mais um pouco, como queria. Não conseguiu um terceiro orgasmo. Nos despedimos, até o próximo encontro.
Depois de alguma indecisão, ela avisou que iria me encontrar. Estava menstruada. Ao chegar, queria conversar, mas, como já a esperava de pau duro, mandei-a chupar-me, o que fez com maestria, enquanto movimentava sua cabeça, metendo meus 18x5x3 cm todinhos em sua boca. Em seguida, mandei que ficasse de quatro, para eu comer o seu cu. O meu cacete estava descomunal, e meti com certa força, e assim continuei fazendo, até explodir em gozo, inundando a camisinha, enquanto lhe masturbava. Durante a trepada, passei o filme de nossa transa anterior, aumentando sua excitação. à medida que me aproximava do gozo, metia o cacete com mais vigor, enquanto reclamava da dor no pé da barriga. Terminamos, nos lavamos e despedimos, até o próximo encontro.
No finalzinho do ano, ela ligou para me desejar um Feliz Ano Novo, e me disse que iria passar perto do nosso local de encontros. Eu estava evitando me encontrar com ela, pois estávamos transando com uma frequência bem intensa. Mas, quando deu a hora, liguei para ela, e marcamos um encontro rápido. Quando cheguei ao local, já estava me esperando. Fechamos a porta, e começamos a nos beijar. Abaixei a sua blusa e o seu sutiã, e comecei a chupar seus peitinhos, já eriçados. Comecei a abaixar sua calça e calcinha, e ela mesma as tirou. Comecei a masturbá-la, enquanto alternava entre beijos na sua boca e chupadas nos seus peitinhos. Comecei, também, a enfiar e tirar o dedo do seu cuzinho, ainda apertado. Em seguida, fiz com que se masturbasse, enquanto enfiava um dos dedos na sua buceta, já fervendo. Alcancei a região do seu Ponto-G, e comecei a friccionar, vigorosamente, ajudando a sua siririca. Quando ela estava mais excitada, recomecei a enfiar e tirar outro dedo no seu cuzinho, agora mais relaxado, aumentando sua excitação, até que, com um dedo no cu, outro na buceta e com os peitinhos sendo chupados e mordiscados, alternadamente, explodiu num gozo forte. Sentei-a na poltrona, tirei o meu cacete para fora, e a fiz chupar, até atingir uma boa ereção. Como ela estava cansando, tirei o pau de sua boca, e comecei a masturbar-me, para gozar. Tinha dito a ela que estava com problemas de saúde, e que tinha dado uma fugida do trabalho só para fazê-la gozar. Paramos a brincadeira, e nos lavamos, e despedimos com mais um beijo ardente.
Depois de algum tempo, liguei pra ela, marcando um novo encontro. Mal ela chegou, encostou-se na parede, esperando o meu beijo, e eu, além de beijá-la, já fui logo arrancando suas roupas de forma selvagem, pois jé estava com o meu cacete gigantescamente grande. Coloquei-a de quatro, e forcei uma entrada vigorosa no seu cu, mas ela estava muito tensa. Coloquei meu cacete para ela chupar, e ela pediu para cavalhgar-me, o que fez até um gozo intenso. Em seguida, pediu para comer seu cu, mas eu estava em cima de minha hora, e tivemos que interromper, alí mesmo.
No dia seguinte, depois de dizer, ao telefone, que não poderia me ver, ligou avisando que chegaria dalí a pouco. Ao chegar, após as preliminares de costume, coloquei o meu cacete para chupar, e, em seguida, ela cavalgou-me ferozmente, chegando a machucar o meu cacete, até atingir um orgasmo intenso. Machucado, não consegui manter nem obter ereção suficiente para lhe enrabar. Despedimo-nos, mais uma vez, em cima da minha hora.
Algum tempo depois, ela chegou, após uma certa insistência, apesar de minha esquiva declarada. Ao chegar, mais uma vez, em cima da minha hora, nos abraçamos e beijamos ardentemente, enquanto nos despíamos. Em seguida, coloquei-a de quatro, e, quando me preparava para penetrar-lhe, deslumbrei-me com aquele cuzinho olhando para mim, e comecei a masturbar-lhe, enquanto mordiscava sua bunda e lambiscava aquele cuzinho cheiroso e adocicado, ao mesmo tempo que sua vagina contraia-se, esmagando os meus dedos. Em seguida, meti o meu cacete em sua buceta, com estocadas rápidas e profundas, até que ela explodisse num gozo intenso. Depois, masturbei-me um pouco, e coloquei o cacete em sua boca, até inundar sua boca com minha gala, engasgando-a. Nos lavamos e nos despedimos, sem maiores demonstrações de carinho.
Tempos depois, nos encontramos, mais uma vez. Ela chegou, assustadinha como sempre, e nos beijamos ardentemente, enquanto tirávamos nossas roupas. Em seguida, mandei-lhe sentar e masturbar-se, bem putamente, enquanto lhe filmava. Coloquei meu cacete na sua boca, e filmei um pouquinho, mas resolvi tirar, enquanto ela masturbava-se até o gozo, Depois,mandei ficar de quatro, e lambisquei e mordisquei um pouco o seu cuzinho e a sua bundinha, até que relaxasse, para que pudesse comê-la. Depois de alguns beijinhos, estocando profundamente o seu cu, comi-lhe um pouco a buceta, e, quando estava prestes a gozar, tirei a camisinha e gozei na sua boca. Nos lavamos e despedimos, sem maiores romantismos.
No encontro seguinte,após a sua chegada, atrasadíssima, não a deixei despir-se totalmente, enquanto puxava seus cabelos, rispidamente, para beijar-mo-nos, com paixão. Abaixei auas calças ecalcinhas até os joelhos, mandei-a ficar de quatro, sobre o banquinho, e comi sua buceta, com movimentos rápidos e suaves, até que explodisse num intenso orgasmo, enquanto batia repetidamente em sua bunda e beliscava suas costas. Em seguida, preparei o meu cacete para comer o seu cu, enquanto mordia sua bunda, fazendo-a sentir cócegas, ao invés de dor. Não lambi o seu furico, naquele dia. A primeira estocada foi suave, apenas para abrir o seu buraquinho pregueado. Voltei a morder sua bunda, agora o seu cuzinho e sua buceta, deixando-a enlouquecida no seu masoquismo. Em seguida, com uma fantástica ereçoã, penetrei-lhe o cu, com movimentos rápidos, profundos e um pouco rudes, enquanto batia com força na sua bunda. Ela gemia de dor e de prazer, com minhas estocadas violentas. Paramos, eu tirei a camisinha, e iria gozar na sua boca, mais uma vez,mas mudei de idéia. Nos lavamos,nos beijamos e nos despedimos.
No encontro seguinte, ela chegou queixando-se de que sua buceta estava irritada, e que a médica tinha passado umas medicações, para passar só na parte externa, pois a parte interna estava sem problemas. Nos beijamos e despimos. Pedi que me chupasse um pouco, para atingir uma ereção suficiente para lhe enrabar. Enquanto ela chupava, eu filmava mais um pouco, para colocar na minha coleção de filminhos de sacanagem, na pasta reservada a ela. Quando estava pronto, coloquei-a de quatro e meti o cacete, sem dó nem piedade no seu furico, com estocadas profundas, arrancando-lhe gemidos de dor, que logo foram sendo substituidos por gemidos de prazer, na medida em que relaxava mais o seu cuzinho, agora folote. Percebendo sua excitação, comecei a friccionar o seu pinguelo, que se escondia, sem brincadeira, por uns 5 cm dentro do seu prepucio. Ela foi me orientando, silenciosamente, como deveria manipulá-lo, até que explodiu num gozo intenso, pedindo-me para permanecer dentro dela, por mais um pouco, estocando-a com suavidade. Tirei um pouco o pau para fora do seu cu, para ver como estava a camisinha, e, ao perceber que tinha rompido, melando o meu cacete de bosta, encerramos a trepada. Tentando fazê-la desistir dessa idéia de continuar transando comigo, disse que também fodia com outras mulheres, deixando-a constrangida, o suficiente para arrumar-se e ir embora, rapidamente.
Depois de muitos telefonemas seus, recusas, marcações e desmarcações de encontros, de última hora a chamei para vir fuder comigo. Não tinha nada certo, mas ela concordou, imediatamente. Quando chegou, fomos logo tirando nossas roupas, pois, pra variar, estava atrasada. Abraçamo-nos, beijamo-nos, e mandei ela sentar-se e chupar o meu cacetão, enorme, naquele momento. Depois, mandei-a ficar de quatro, e metí com decisão naquele velho e aconchegante cuzão, que piscava de tesão pelo meu cacete. Entre penetrações profundas e retiradas até o lado de fora, descobri que me sujara a camisinha, mais uma vez, e, puto da vida, meti-lhe na tabacona úmida e pulsátil, com penetrações profundas e vigorosas, ao mesmo tempo que dava-lhe palmadas estridentes, até que atingisse um intenso orgasmo. Depois, apesar dela querer que gozasse no seu cu, pedi para gozar na sua boca, no que concordou e sorveu cada gotinha da gala que a inundou, enquanto mantia o cabeção do meu cacete fechando sua boca, para que não desperdiçasse a minha preciosidade. Depois, quando nos despedíamos, disse que achava que ía para o inferno, pois jamais deixara ninguém, nem mesmo o seu marido, gozar dentro de sua boca.
Depois de algum tempo cozinhando ela, chamei-a, de última hora, ao meu encontro. Ela se fez de difícil a princípio, mas topou, logo, logo e foi ao meu ninho. Ao chegar, foi logo tirando a roupa, e eu, após beijá-la na boca, desci até os seus peitinhos e comecei a chupa-los, enquanto começávamis a tirar suas calças. Bati uma siririca e uma cururuca, deixando-a mais excitada, ainda, e coloquei-a para chupar-me. Com uma boa ereção, coloquei-a de quatro e meti em sua buceta. Com movimentos rápidos e profundos, levai-a ao orgasmo. Em seguida, deslumbrei-me com a visão daquela bunda aberta para mim, e comecei a bater-lhe, lamber-lhe, mordiscar-lhe, e, finalmete a beijar, lamber e chupar o seu cu e sua buceta, enquanto friccionava o seu pinguelo, enorme de ereção, tentando obter uma nova ereção no meu cacete, para meter no seu cu, enquanto ela suplicava para eu comê-lo, para ela gozar de novo. Desisti e mandei chupar-me, até explodir em gozo, segurando sua boca, e fechando-a com a cabeça do meu cacete. Nos lavamos e despedimos, sem carinho.
Muitos meses depois de cozinhá-la, ela chegou ao meu ninho, e fomos logo nos beijando. Ela tentou despir-se, mas não deixei, pelo menos totalmente. Mandei-a chupar o meu pau, e, à medida que ele ficava mais volumoso, mais enfiava em sua boca, segurando-a pelos cabelos. Quando estava com a ereção plena, mandei ficar de quatro, e meti-lhe na buceta, com estocadas vigorosas. Como estava demorando muito a chegar ao orgasmo, mandei-a masturbar-se, até gozar, com o meu cacete todo metido no fundo de sua buceta, enquanto enfiava um dedo no seu cu, tocando-lhe uma cururuca, e batia-lhe na bunda, vigorosamente. Como demorou a gozar, dei algumas mordidas em sua bunda, em seu cu e em sua buceta, deixando-a louca de tesão, até que, finamente, gozou ruidosamente. Nos beijamos e despedimos, sem romantismos.
Mais de um ano depois, chamei-a a um encontro, e, assim que chegou, encostou-se na parede e nos beijamos. Mandei-a só baixar as calças, devido ao seu atraso. tirei meu cacete para fora e mandei-a chupar, até obter uma ereção firme. Mandei-a ficar de quatro e comecei a comer sua buceta, e a dar-lhe umas palmadas. Senti que se excitava. O telefone tocou. Interrompemos a foda, aí ela e eu broxamos. Recomeçamos com uma masturbação mútua, até ela gozar. Depois gozei em sua boca, fazendo-a engasgar-se. Nos despedimos, sem muito romantismo.
Muito tempo depois, nos reencontramos, às pressas, mais uma vez. Assim que chegou, começamos a nos beijar, e eu tirei o cacete para fora, e comecei a masturbar-me, mandando-a masturbar-me, em seguida. Depois, mandei sentar e chupar-me. Imprimi judiação, enfiando e tirando o caralho todo de sua boca. Depois, mandei-a baixar a calça e a calcinha, e ficar de quatro. Chupei seu cuzinho doce e cheiroso e sua buceta, que já jorrava de prazer. Vesti a camisinha e meti com vontade, em sua buceta, até que gozasse. Em seguida, tirei desua buceta emeti no seu cu com vigor. Como reclamasse muito de dor, pediu para eu tirar a camisinha, e meter, que doia menos. dei algu,mas estocadas profundas,mas,como faziamuito tempo que não dava o cu, estava sentindo muita dor, assada, com o tamanho do meu cacete. passei mais um tempinho dando estocadas profundas no cu, mas parei, compadecido. Ela não me deixou gozar em sua boca. Nos lavamos, limpamos e nos despedimos, com um beijo apaixonado. Depois, ambos a caminho de casa, liguei para ela, e elame disse que tinha adorado, apesar de estar com o cu todo assado, e que depois falaria comigo. Não marcamos reencontro.
Muito mais de um ano depois, depois de poropor a ela Menàge a Trois, deixando-a emputecida, comecei a telefonar e a instigá-la, pois, de tão puta que estava comigo, dizia que não gostava mais de trepar.
Ligou pra mim, mas não deu certo, da primeira vez, mas, na semana seguinte, tudo deu certinho.
Chegou, e fui logo lhe abraçar. Mais magra, disse que queria tirar o batom. Em seguida, começamos a nos beijar e a nos despir. Chupei seus peitinhos, e, em seguida, chupei sua buceta e seu cuzinho. Depois, botei meu cacete em sua boca, para chupá-lo. Em seguida, comi sua buceta, de quatro, e, em seguida, pediu-me para cavalgar, até um gozo intenso. Na seqüência, pediu-me para comer o seu cu, até despejar-me todo, dentro dele.
Nos despedimos, com uma vaga promessa de encontro mensal, mas sem qualquer gesto de romantismo.
No encontro seguinte, como sempre, apressado, assim que chegou, mandei baixar as calças até o meio da pernas, ajoelhar na poltrona, e  comecei a comer o seu cuzinho, a princípio forçando a entrada dos meus 18x5x3, e, após ela relaxar, suavemente, com lubrificante, evidentemente. Com estocadas profundas, levei-a a um gozo discreto, quando disse que só estava dando a mim, agora, e que só eu comia o seu cu. Gozou, e, em seguida, pedi para gozar em sua boca, o que fez, meio que a contra-gosto, engasgando-se, em seguida. Nos lavamos e nos despedimos, sem maiores arroubos romanticos.
No encontro seguinte, ela mesma marcou. Chegou mais cedo, tinhamos tudo para uma boa foda. Nos beijamos, apaixonadamente, e ela perguntou se queria que tirasse a roupa toda. Pedi para baixar as casças, apenas. Ela disse que tinha acabado a menstruação, naquele dia, e que queria me dar o cu. Pediu para lubrificá-lo, e começamos, com ela de quatro na poltrona, e eu lhe enrabando, suavemente. Quando ela começou a se excitar, e a masturbar-se, sentiu que voltara a sangrar. Não deu mais. Ela foi se limpar. Lhe agarrei no banheiro, e, como estava com muito tesão,  pedi para gozar em sua boca, alí no banheiro, mesmo. Aí ela pediu para irmos para a poltrona. Sentou-se, e chupou-me até eu despejar-me todo na sua boca, deixando-a engasgada. Depois foi lavar-se. Vestiu-se, vestimo-nos, e, com mais um beijo e um abraço apaixonados, nos despedimos.