DE TÍMIDA NADA TINHA
Era aluna minha, e, com algum tempo, começou a “marcar cerrado”. A princípio, eu nem notei, mas, aos poucos, ela começou a encostar mesmo, e a puxar assunto, até que decidiu visitar-me, no meu ninho. A princípio, eram conversas longas, nada a ver com sua real intenção, e eu sequer desconfiava de seu desejo por mim. Mas, com o tempo, e à medida que aumentava a intimidade, tudo “começou a acontecer”. No passado, um ex-namorado a tinha denegrido, sexualmente, porque o namoro tinha acabado. Ela foi obrigada a fazer exame de “conjunção carnal”, para desmenti-lo, e afastá-lo, definitivamente.
Papo vai, papo vem, e, num final de tarde, lá estava eu lhe abraçando, lhe tocando e abrindo o seu “macaquito”, para tocar seus seios juvenis, eriçados de tanta tesão, logo, logo, começando a beijá-los e a chupá-los, suavemente. Tudo começou depois que me disse que jamais fora tocada, e que gostaria que eu o fizesse, alí, naquele momento. Depois de apagar a luz, atendendo ao seu pedido, de repente, eu já estava despindo todo aquele corpinho virgem, sem deixar de beijar seus lábios sedentos, desabotoando seu fino sutiã “menina moça”, e tirando o restante de sua roupa delicada, deixando-a apenas com seu bikinininho bege, todo rendado, sugerindo a fina e lisa penugem escura, que realçava diante de sua pele branca como uma neve.
Diante daquele tesouro, e sem saber como proceder, pois há tempos não ficava com alguém tão angelical, comecei a namorar, mesmo, enquanto a garota conseguia se desinibir, apesar de, há muito, como confessou-me posteriormente, sonhar com aquele momento tão gostoso. Deitei-a sobre um sofá, com as pernas confortavelmente fletidas e abertas, e comecei a beijar seu corpo todo, descendo pelo ventre, até aqueles pelinhos delicados, que cobriam parcialmente aquela bucetinha inexplorada, que exalava um odor agradável de virgem asseada, previamente preparada para aquele momento. Sentei-a, um pouco, e abri suas pernas totalmente, para mergulhar na vastidão daquele território proibido. Deliciei-me com o sabor adocicado de sua buceta e de seu cuzinho virgens, lambuzando toda a minha face. Pedi-lhe para me chupar, enquanto saboreava sua buceta e me deliciava, com o sabor e o odor do seu néctar de fêmea sedenta para amar e ser amada. Ela, embaraçada, suplicou que deixasse para a próxima vez.
À medida em que aumentava a nossa excitação, já com sua buceta totalmente molhada e intumescida, e que já acariciava meu cacete, enorme, entre suas mãos, a noite ia caindo, e decidimos nos deitar um pouco, com meu cacete roçando a cabeça em sua buceta, nos deixando enlouquecidos. Como não nos agüentávamos mais, e como ainda era virgem, pedi para comer sua bunda, e deitei-a, de bruços, sobre o carpete, e comecei a lamber sua bunda, até chegar ao seu botãozinho inviolado, lambendo-o, beijando-o, tentando sugar e saborear cada uma de suas preguinhas minúsculas, que piscavam freneticamente a cada toque meu, e mordiscando todo o anelzinho pregueado, deixando-o bastante lubrificado, com minha saliva e a secreção vaginal que quase jorrava de si.
Comecei a acariciar suas preguinhas rosadas com as pontas dos dedos, alternadamente com minha língua e meus lábios, e, em um certo momento, passei a forçar a entrada de meus dedos, para relaxar aquela abertura, para a penetração, que veio a seguir. Depois de totalmente relaxada, deitei-me sobre o seu dorso, abri um pouco suas nádegas, encostei meu cacete em seu cuzinho que se apresentava um pouco tenso com a penetração eminente, e fui lhe orientando a contrair e relaxar os glúteos e o períneo, enquanto vencia cada camada daquela entrada virgem, até que consegui penetrar-lhe lenta e profundamente, e parar, totalmente imóvel, com todo o meu cacete, até que relaxasse, para continuarmos aquela transa fantástica.
Já relaxada, e sem sentir mais o incômodo da penetração, autorizou-me a retomar os movimentos, gemendo, inicialmente, de dor e prazer, e, a seguir, do prazer imenso que passou a sentir, à medida que eu intensificava meus movimentos, até explodir num gozo intenso, inundando todo o seu interior, e caindo extenuado e ofegante sobre o seu corpo molhado, após a nossa transa. Depois de algum tempo, saí de dentro dela, nos viramos frente-a-frente, namoramos mais um pouco, nos levantamos, namoramos mais ainda, ela foi lavar-se, nos vestimos, namoramos mais um pouco, nos despedimos, e ela saiu, como que massageando os quadris, pela sensação residual daquela sua, nossa, primeira transa.
No dia seguinte, ligou-me, queixando-se de ter sangrado e estar com dores locais, sendo tranqüilizada com minha explicação de que era esperado, já que nunca dera a bunda, principalmente a um cacete tão volumoso.
No próximo encontro, sentamo-nos, despimo-nos, e ela pediu para me chupar. Iniciou com insegurança, beijando a cabeça do meu cacete, após masturbá-lo, até a ereção, mas, logo, logo já o abocanhava até a profundidade confortável de sua boca. Deitamo-nos, e começamos um “69” gostoso, até ficar totalmente excitada, e pedir para ser penetrada. A princípio, eu apenas rocei a entrada de sua buceta, mas, na hora de penetrar, pedi que virasse e comi a sua bunda, mais uma deliciosa vez, que já não mais incomodava. Não sei se chegou a gozar, nos encontros seguintes, mas, depois de alguns encontros com prática oral e anal, pediu-me para ser desvirginada pela frente.
Após praticarmos excitação oral mútua, da mesma maneira que fizemos no defloramento anal, iniciamos a penetração vaginal, sendo que, esperei que o seu desconforto fosse substituído por prazer. Quando já não agüentava mais, pedi-lhe para virar de costas, e penetrei-a com carinho, até explodir num gozo intenso, dentro do seu cuzinho gostoso, temendo engravidá-la.
A partir de então, passamos um período de transa total, em todas as posições, com todas as alternativas, até que aprendeu a gozar, em transas por cavalgada, sentada no meu colo. Em todos os nossos encontros, gozávamos, cada um ao seu modo, e eu sempre gozava na sua bunda, com medo de lhe engravidar. Foram anos de relacionamento clandestino, totalmente descompromissado. Cheguei a gozar em sua boca, durante um “69”, quando ela pediu para que isso acontecesse, perguntando-me depois o que fazer com a gala, após minha gozada, engolindo tudo, como orientei.
Não sei por que a relação desgastou, e passamos algum tempo sem nos encontrar. Nesse período, conheceu um rapaz que se dizia estéril, apesar de ter filhos, fazendo-a confiar e transar sem preservativo nem métodos anticoncepcionais, até que engravidou. Como ele não reconheceu a paternidade, houve uma Ação Judicial. Ela, então, voltou a me procurar, já mãe de uma filha, para contar do acontecido. Ainda nos encontramos mais algumas vezes, só para conversar, e reatamos. Desta feita, implantou um D.I.U., o que diminuiu muito a nossa preocupação. Foi numa noite, quando parei em frente à sua casa e liguei, chamando-a para sair comigo. Foi uma noite fantástica, onde trepamos só na buceta, mas bem satisfatoriamente. Depois, deixei-a em casa, e passamos um longo tempo sem nos encontrar.Finalmente, uns cinco anos depois, veio me contar que tinha conhecido um gringo, que a levaria para casar no exterior, transamos vaginalmente, apenas, gozamos os dois, mas nunca mais nos vimos.
