Casada de longa data, não estava se dando bem na cama com o marido, mesmo depois de fazer uma “plástica” ginecológica para ele. As ameaças de separação eram freqüentes. Num dia, comecei a masturbar-lhe, e ela foi à loucura, de prazer, mas, como estava muito tensa, não conseguiu gozar. Nos despedimos, com possibilidades de novos encontros.
No próximo encontro, mostrava um misto de desejo e medo de realizar o desejo. Quando terminamos o papo, e ela já se dirigia para sair, abracei-a por trás, e ela deteve-se, receptiva. Foi quando comecei a acariciar seus seios e sua buceta, por cima da roupa. Cheia de tesão, permitiu que enfiasse minha mão por dentro de sua justa calça jeans, enquanto acariciava os seios com a outra mão, e, tateando por entre seu ventre volumoso, insinuasse meus dedos pelo elástico da calcinha, e começasse a massagear sua buceta, grandes e pequenos lábios e, finalmente, encontrasse seu pinguelo, já em fase de ereção.
Louca de tesão, começou a gemer de prazer, à medida que friccionava suma buceta com mais vigor e velocidade, enquanto lambia e mordiscava seu ombro e seu pescoço. Depois, ela virou-se, me abraçando apertadamente, enquanto contraía-se de tesão, me levando a pensar que gozara. Abaixei sua calça e sua calcinha, e, com uma das mãos, continuei friccionando sua buceta, enquanto explorava sua bunda, em busca do seu cuzinho escondido.
Abri minha calça, tirei o cacete para fora, e a fiz masturbar-me. Passamos mais algum tempo, nessa masturbação partilhada. Como ela é contra dar a bunda, acho que tentou tirar o meu dedo do seu cu, por diversas vezes, mas continuei insistindo. Não sei bem se gozou, pás experimentou muito prazer, sendo masturbada, naquele improviso, a ponto de prometer que voltaríamos a nos encontrar.
No próximo encontro, ela se fez de difícil, mas, ao perceber minha indiferença, retrocedeu. Chamei-a para o abraço, e nos beijamos. Sem perder tempo, abaixei suas calças e enfiei o dedo em sua buceta, começando a acariciar o seu “ponto G”, enquanto, com a outra mão, comecei a acariciar e a enfiar e tirar o dedo do seu cuzinho apertado, que, logo, logo, relaxou, aumentando o seu prazer, segundo me disse, naquele momento. Em seguida, Baixei sua blusa e o seu sutiã pretos, rendados, e comecei a beijar, lamber, chupar e morder seu peitinho, cujo mamilo já estava eriçado.
Paramos nosso “amasso” quando queixou-se de que estava doendo a siririca que estava lhe batendo. Ao ajeitar o sutiã, percebeu que eu fizera um chupão, acima do seu mamilo. Bastante ansiosa, com o risco de ser flagrada pelo marido, passou o restante do dia fazendo ligações telefônicas, e ainda nos dois dias seguintes, até o último, quando desculpou-se.
No encontro seguinte, depois de um jogo mútuo de despedida, nos abraçamos e beijamos,longamente. Em seguida, comecei a acariciar o seu bundão e a sua bucetona, baixando-lhe as calças, em seguida, e tocando-lhe uma siririca até o seu gozo. Depois, voltamos a nos beijar, e tirei o meu cacete para fora, e ela começou a masturbar-me. Com uma boa ereção, dirigi sua boca para ele, fazendo-a chupá-lo. Como ela começou a mordê-lo com força, mandei que ficasse de quatro, e comecei a tentar meter no seu cuzinho semi-virgem. Parei, diante da dor que estava sentindo. Voltamos a nos beijar, enquanto me masturbava. A ereção estava mais intensa, e mandei ficar de quatro, novamente, e, desta vez, meti com vontade, enfiando parte do cacete naquele cuzinho apertado, enquanto tocava-lhe mais uma siririca, até gozar. Paramos, mais uma vez, e nos beijamos. Voltei a enfiar no seu cu. Decidimos parar. Ela foi lavar-se, nos beijamos mais uma vez, e nos despedimos, até o próximo encontro.
No encontro seguinte, logo nos abraçamos e começamos a nos beijar. Desci sua calça, sua calcinha e comecei a acariciar seu cu com um dos dedos e a tocar-lhe uma siririca com a outra mão. Ela foi à loucura.Não sabia o que queria, hora enfiando meu dedo na sua buceta, hora trazendo de volta para a “testa da ingrata”. Em seguida, pedi-lhe para chupar-me um pouco, o que fez com maestria, deixando meu cacete totalmente cheio e rijo, enlouquecendo mais ainda. Vesti a camisinha, mandei ficar “de quatro” e comi sua buceta, até que gozasse. Voltamos aos beijos e à siririca. Depois ela me chupou, novamente. Comi sua buceta, de novo, até novo gozo. Começamos a nos beijar, de novo, e ela foi logo me chupar, com loucura, abocanhando todos aqueles centímetros, dentro de sua boca. Depois, pedi para gozar em sua boca. Ela não ofereceu resistência. Nos lavamos e nos despedimos, até a próxima vez, com a promessa de que seria no seu cú.
