quarta-feira, 29 de dezembro de 2010


“COLEGUINHA” – 78
Colega de curso, participou ativamente do primeiro adultério de minha parceira, com outro colega de um outro curso. De tanto envolver-se conosco, e de tanto tentar “consolar-me”, findamos nos apaixonando, durante desta minha primeira crise conjugal séria, causada por minha parceira. Pelo menos nos sentimos intensamente atraídos um pelo outro. O primeiro sinal foi numa noite em que comemorávamos o seu aniversário, e ela embriagou-se, vomitando todo o bar em que estávamos. Nos meus braços, a caminho do carro, acariciou-me e cheirou-me discretamente, para minha parceira não perceber. Achei estranho, mas relevei, julgando ser mera gratidão, diante do vexame a que nos submetera a todos..
Numa das diversas “saideiras” de fim de semestre da turma, começamos a conversar, afastados, e decidimos voltar para casa a pé, numa subida por uma favela deserta, após declararmos mutuamente nossa atração afetiva e sexual. Durante todo o percurso da longa ladeira, sempre que pudemos, paramos no caminho para alguns amassos e bolinações, mas, logo, logo, deixei-lhe em casa.
Passamos a nos encontrar em todo o tempo possível e disponível, aonde dava para ser, nas salas de aula, fora do horário, no carro, lá em casa mesmo, em sua casa, enfim, já que era uma relação proibida. Numa bela tarde livre, fomos dar um passeio de buggy, sobre as dunas, numa praia distante. Lá, depois de rodarmos por várias paisagens, paramos num local alto e isolado, e descemos do carro, para admirar a paisagem. Aconteceu. Abracei-a por trás, aí ela abriu o jogo. Comecei a despi-la ali, na duna, mas, assustada, pediu para irmos para dentro do carro. Aos beijos, abri, pacientemente, o entrelace de sua blusa, e comecei a acariciar, beijar e sugar seus mamilos róseos, que contrastavam com sua pele branquinha e lisa, agora eriçada de excitação, logo contrastando com os lindos mamilos agora rijos e escurecidos de tesão. Ela contorcia-se e gemia baixinho, à medida que aumentava o seu prazer.
Lentamente, toquei sua calça, e comecei a abri-la, e abaixá-la, deixando à vista seu biquíni branco e rendado que deixava transparecer seus pelinhos pubianos quase juvenis, loirinhos como seus cabelos. Enlouquecido, arranquei-lhe a calça comprida e o biquíni, masturbando-a suavemente, sentindo a suavidade úmida daquela bucetinha minúscula, coberta parcialmente pelos loiros pelinhos lisos, molhados e agora aderidos e pouco endurecidos pelo seu suco de fêmea excitada. Em seguida, sentindo o suave perfume de seu desejo, fui começando a beijar e lamber o seu monte do pecado, saboreando a doçura de seus lábios genitais intumescidos, quentes e úmidos, até atingir seu lindo clitóris rosado e enrijecido de prazer, ladeado pela cor escurecida pela excitação de sua bucetinha virgem e vibrátil. Tudo ali era prazer, tesão, cheiro de fêmea no cio e um macho enlouquecido com um momento de tesão paradoxalmente tão sublime. Deslizava meus lábios e minha língua frenética no seu vale do prazer, percorrendo rápida e suavemente seu clitóris intumescido, suas ninfas menores e maiores, o orifício virgem e congestionado pelo seu tesão, indo até o cuzinho rosado, pequenino e pregueado, que também exalava o odor de sua buceta, além do perfume que utilizara para me seduzir.
Timidamente, dirigiu suas mãos trêmulas para minha calça, e começou a abri-la, para tirar o que queria, e já sentia estar pronto para satisfazê-la. Estremecia sob os meus toques alucinados, percorrendo todos os seus pontos erógenos, enquanto, timidamente, me masturbava, suavemente, com as duas mãozinhas delicadas, com a minha glande bem próxima à sua boca e ao seu nariz, chegando a fazer-me pensar que iria fazer algo mais gostoso, se é que poderia haver, naquele momento.
Pedi para penetrar sua bucetinha, mas, como disse que ainda era virgem, pedi para penetrar o seu cuzinho rosado e de cheiro agradável. Quando percebeu o volume que forçava suavemente sua entradinha frágil, pediu para pararmos, pois era “virgem de tudo”. Ao afastar-me, percebi que tinha rompido alguma prega do cuzinho dela, pois meu pau estava melado de sangue. Quando estávamos nos vestindo, pensamos ter visto o outro carro de casa, na estrada, a observar-nos. Vestimo-nos rapidamente, e fugimos por outra trilha.
Ainda tentei algum contato ou encontro mais íntimo, mas o último encontro foi para rompermos aquela relação. Ainda passamos todo o curso em contato, mas em grupos diferentes. Coincidiu com o segundo e terceiro adultérios de minha parceira.